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sexta-feira, fevereiro 25, 2011

The End - Parte 5

Só apetece dizer, prefiro os velhos mestres: Scorsese, Scorsese e Scorsese.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

quarta-feira, novembro 17, 2010

Parabens ao melhor cineasta de sempre!


Marty, hoje é o dia em que perfazes 68 Outonos. Quero apenas deixar aqui o meu muito obrigado por teres contribuído para a enorme paixão que sinto hoje e que sempre senti pela mais bela das artes. Os teus filmes são desarmantes, tocantes, emocionantes, densos, tensos, trágicos, cómicos, vivos, dinâmicos, inteligentes, ferozes, reais, surreais, sensiveis, crueis, marcantes, cinéfilos...enfim, memoráveis! És tambem o grande responsavel por ter seguido o meu sonho de um dia ter a mesma profissão que tu e ter entrado para a escola de cinema, após ter lido as tuas palavras em Scorsese por Scorsese. Por tudo o meu muito obrigado e happy birthday!

segunda-feira, junho 28, 2010

The End - Parte 4

Neste final memorável, o mestre Scorsese dá uma lição de edição, direcção e dramaturgia. E fez tanto com tão pouco. Brilhante Day-Lewis que transmite toda a carga trágica e perca do seu personagem. Um dos grandes momentos da 7ª arte.

sexta-feira, abril 30, 2010

1999 - O melhor ano de sempre do Cinema

1ª RAZÃO - Magnolia


2ª RAZÃO - The Insider


3ª RAZÃO - Fight Club


4ª RAZÃO - Summer of Sam


5ª RAZÃO - Bringing Out The Dead


6ª RAZÃO - Matrix

quinta-feira, março 04, 2010

O Cineasta Cinéfilo


Ainda Shutter Island...

"Scorsese elaborou um pequeno currículo de "filmes recomendados". Mark Ruffalo, que interpreta o detective que faz equipa com a personagem de Leonardo di Caprio, revela aos jornalistas presentes que, antes do início da rodagem e dos ensaios, "[recebeu] um embrulho do Marty com um documentário chamado ‘Titicut Follies'" - o célebre (e infame) documentário de 1967 de Frederick Wiseman sobre um hospital psiquiátrico do Massachusetts, que serviu, segundo o actor, como "ponto de referência" directo da cenografia de Dante Ferretti e do ambiente que se vive no hospital onde "Shutter Island" decorre. "Vimos ainda um documentário de John Ford que mostrava soldados a regressarem da II Guerra completamente destruídos, e ainda filmes negros como ‘Laura' [Otto Preminger, 1944] e ‘O Arrependido' [Jacques Tourneur, 1947], ao qual aliás fomos buscar uma série de diálogos que depois acabaram por não entrar no filme. De um lado, tínhamos o artifício destes filmes negros totalmente estilizados, e do outro a realidade social." "

IN IPSILON

terça-feira, março 02, 2010

Shutter Island (2010)

de Martin Scorsese



O que Martin Scorsese consegue fazer com o seu último filme, é mais uma prova da sua enorme mestria (e cinéfilia) cinematográfica. Pegando num guião engenhoso, mas com uma primeira parte banal, Scorsese assina com Shutter Island, um dos seus filmes mais labirínticos e perturbadores. Esta história de uma dupla de detectives que buscam um paciente mental desaparecido de um asilo de loucos, poderia descambar para um daqueles corriqueiros thrillers, onde o mistério e os clichés abundam. Nas mãos do mestre, esta matéria prima é elevada e dirigida para as suas temáticas predilectas. E o que é admirável, é vêr todos os temas da sua carreira lá bem vincados e complementando a narrativa de Shutter Island. A paranóia de Raging Bull e Goodfellas, a loucura de Taxi Driver e The Aviator ou (surpreendentemente) a tragédia sacrificial de Last Temptation Of Christ. Tal como todos os (anti) heróis scorsesianos, o Teddy Daniels assombrosamente encarnado por Di Caprio, é um personagem torturado e assombrado, que deverá percorrer um calvário até a verdade sobre si mesmo sêr-lhe revelada. E sem querer estragar o final, Shutter Island brilha intensamente quando abraça os caminhos do filme de personagem, e menos durante aquela primeira hora onde o sabôr a deja vu não nos larga. Seja como fôr, temos aqui um dos filmes do ano, que infelizmente não estreou a tempo para figurar nos Oscars que aí vêm.

segunda-feira, março 01, 2010

Sublime


"Mais vale morrer como um homem bom, que viver como um monstro."

quinta-feira, junho 18, 2009

Shutter Island - Trailer

E pelo trailer o filme promete trazer-nos de volta aquele Scorsese em alta voltagem. Palpita-me que sera um dos grandes filmes do ano ...

domingo, abril 12, 2009

Cristo no Cinema

Basta vermos estes filmes, para nos apercebermos da marca autoral e pessoal dos seus realizadores. Se para Ray, Cristo foi um rebelde, para Gibson foi um mártir. Passolini viu nele um revolucionário, enquanto para Scorsese foi um humano em conflito com o seu lado divino. Não vou analisar qual dos filmes é o mais bem conseguido, mas apenas destacar e relembrar a força destes filmes assim como do génio dos seus realizadores.

Nicholas Ray(King of Kings)-O Cristo rebelde com causa
Mel Gibson( The Passion of the Christ) - O Cristo mártir
Pier Paolo Passolini(The Gospel According to St Matthews) - O Cristo revolucionário

Martin Scorsese(The Last Temptation of Christ) - O Cristo humano

quarta-feira, março 25, 2009

Life Lessons ...

Após o resultado surpreendente da votação-scorsese, fiquei com vontade de rever Life Lessons. Conclusão após o revisionamento: é um filme do caralho! Obsessivo, apaixonado, frenético e filmado de forma sublime. É por filmes como este, que Scorsese é o maior! Aqui estão algumas das melhores cenas de uma obra superior. E o White Shade of Pale nunca teve tanto poder como aqui. A sua utilização só comprova que Scorsese, além do melhor realizador de sempre, é tambem o maior (a par de Mann) a tirar partido total do poder de uma musica, em beneficio da emoção de um filme.

terça-feira, março 24, 2009

O melhor Scorsese - Resultados

1º - Life Lessons
(13 votos 28%)

2º - Taxi Driver

(11 votos 23%)

3º - Raging Bull

(10 votos 21%)

Se o 2º e o 3º lugar já eram previsiveis neste top, o mesmo não se pode dizer da 1ª mas justa posição. Ainda para mais tratando-se de um dos seus mais esquecidos filmes, o belíssimo e virtuoso Life Lessons, episódio assinado pelo mestre para New York Stories. Pois é, este foi o filme considerado por vocês, como o melhor Scorsese. Obrigado a todos pela concorrida participação.

quarta-feira, março 04, 2009

Taxi Driver (1976)

de Martin Scorsese

“All the animals come out at night - whores, skunk pussies, buggers, queens, fairies, dopers, junkies, sick, venal. Someday a real rain will come and wash all this scum off the streets.”

Palavras de Travis Bickle, um anjo vingador vindo directamente do Antigo Testamento, através da escrita impiedosa de Paul Schrader e da câmara prodigiosa de Martin Scorsese. Aclamado como um dos grandes filmes dos anos 70, Taxi Driver foi a confirmação da promessa deixada em Mean Streets. Neste filme Scorsese, mergulha fundo na existência infernal do seu protagonista, fazendo uma alegoria à solidão, alienação e loucura que as grandes metrópoles podem causar. É impressionante a sinceridade e coragem da abordagem do realizador. Scorsese não desculpabiliza o seu personagem, nem o condena. A sua câmara regista o dia-a-dia de Travis, com uma abordagem quase subjectiva apoiada numa encenação ferozmente realista. E esse dia-a-dia está cheio de momentos ora cruelmente patéticos (a ida ao cinema com Betsy), ora cómicos (um dos taxistas a tentar desastradamente aconselhar Travis ou o alucinado passageiro que o próprio realizador interpreta) ora brutalmente chocantes e perturbadores ( a 1ª morte de Travis e o sangrento showdown final).
E depois temos De Niro. Que dizer de uma das maiores representações alguma vez dadas por um actor na história do cinema? O seu Travis é demente, desarmante e estranhamente tocante. De Niro consegue incorporar o seu personagem com um rigor e autenticidade inesqueciveis, que parecem fazer desaparecer as fronteiras entre personagem e actor. Como curiosidade, o actor fiel ao espírito do Actor Studio, conduziu um taxi pelas ruas de Nova Iorque duas semanas antes da rodagem do filme, para assim entrar na pele do seu personagem. Character studie, psicodrama, tragicomédia, este marco do cinema é acima de isso tudo, um filme sobre a solidão e sobre as consequências que uma sociedade perdida poderá causar num ser humano. Como nota final, Taxi Driver perdeu o Óscar de melhor filme para Rocky, comprovando a tendencia da Academia para injustiças gritantes, mas acabou consagrado em Cannes com a Palma de Ouro desse ano. Um filme marcante e essencial na minha vida.

segunda-feira, março 02, 2009

Mean Streets (1973)

de Martin Scorsese




Não é o primeiro filme de Scorsese, como costuma ser referido, mas sim o terceiro. Antes houve a experiencia de Whos That Knocking at My Door e a encomenda para Roger Corman de seu nome Boxcar Bertha. Mas é em Mean Streets que se dá a explosão Scorsese. Obra extremamente autiobiográfica, uma vez que o guião foi escrito baseado nas experiencias e vivencias do seu autor quando era um jovem à deriva nas mean streets de Litle Italy. Filmado com pouquissimos recursos e numa rodagem record de 24 dias e noites, Mean Streets é o primeiro tomo da triologia italo-americana e nele podemos já encontrar de forma explicita as raízes das obcessões do grande cineasta: culpa, fé, alienação, violencia e redenção. Harvey Keitel funciona como o alter-ego do realizador, e os seus conflitos são causados pela violencia do mundo que o rodeia e a impossibilidade de fuga desse mundo profano. Este filme marcaria tambem o inicio da colaboração De Niro / Scorsese. O grande actôr compõe um Johnny Boy instável, psicótico e extremamente apelativo, e é um dos motores das cenas mais intensas desta película. Destaque para o virtuosismo da camara de Scorsese, que com imaginação e uma execução brilhantes cria várias sequencias viscerais e inesquéciveis (a pancadaria no salão de bilhar, Keitel bêbado vagueando pelo bar). Mean Streets foi um primerio e sério aviso de que Martin Scorsese iria ser um nome a ter em conta no futuro do cinema americano.

domingo, março 01, 2009

Marty


Uma vez que na votação anterior houve uma certa unanimidade, prevejo que o mesmo já não irá acontecer nesta, pois a obra deste senhor, além de mais vasta, riquissima, complexa é apaixonante!

Martin Scorsese é a par de Michael Mann e John Ford o meu cineasta favorito. Como tal aqui fica feita a minha modesta homenagem. E está aberta a votação!

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Blond Obsession

A prova de que Hitchcock não era o único cineasta obcecado por loiras.

CYBILL
CATHY
ROSANA

JESSICA

MICHELLE

SHARON

quarta-feira, janeiro 07, 2009

2009 promete ...

Shutters Island de Martin Scorsese


Gran Torino de Clint Eastwood


Public Enemies de Michael Mann

quarta-feira, outubro 15, 2008

The Aviator (2004)

de Martin Scorsese

Esteve para ser realizado por Michael Mann, mas este que vinha de dois biopics (Ali e The Insider) preferiu assumir a produção e dar lugar ao mestre vivo, que é Martin Scorsese. E desde mais, este é um filme scorsesiano, sem tirar nem pôr. Ao contrário do que foi dito na altura da sua estreia, este filme é profundamente anti-académico. Senão repare-se no tratamento cromático que duplica a técnica cinematográfica referente a cada época que o filme retrata. Ou então a obcessiva atenção ao detalhe, com que a frenética câmara de Scorsese, nos brinda. Ou ainda, a montagem perfeita de Thelma Schoonmaker, com muito de virtuoso e original. E que dizer da composição assombrosa de Leonardo Di Caprio (no seu grande papel até à data), que flutua entre um idealismo inspirador, e uma assustadora demência. E é precisamente no trágico Howard Hughes que a ponte que liga esta obra, a outros martires de Scorsese, fica completa. Nele há toques de La Motta, Bickle, Pierce e…Cristo. Tal como eles, Hughes é um personagem torturado pelos seus demónios interiores, que será forçado a passar por um doloroso calvário, até atingir uma espécie de redenção, ou se preferirem, auto-descoberta.

Mas, apesar de todas as suas qualidades, The Aviator, não é um filme isento de ligeiras falhas. O seu ritmo e tom, são algo desiquilibrados, devido a um início excecivamente arrastado, onde Scorsese se perde nas proezas aeronáuticas, amorosas e cinematográficas, do excentrico milionário. Mas nada que não se perdoe facilmente. Assim que assistimos aos primeiros sintomas de loucura do personagem (aquela cena na casa de banho) e nos apercebemos do verdadeiro tema do filme, que esteve sempre ali, debaixo daquela superfície aparentemente perfeita, somos levados numa viagem aos infernos, como só Scorsese sabe fazer. Para acabar, não posso deixar de referir aquele final, tão simbólico, irónico e amargo em que um descontrolado Howard Hughes, olha para o seu reflexo num espelho (tal como em Raging Bull) e aceita o seu “way of the future”, num dos finais mais doridos dos ultimos anos. Um grande filme, de um dos cineastas mais apaixonantes, da história da 7ª arte.

quinta-feira, setembro 11, 2008

Copycat Tarantino

Ora aqui está a razão porque Tarantino além de cineasta, daria um belo gatuno. Senhor Tarantino, "shame on you"! A cena em questão é de American Boy, um documentário realizado por Scorsese em 1978. Plágio anyone?

quarta-feira, setembro 10, 2008

Italianamerican (1974)

de Martin Scorsese

Rodado após a bomba que foi Mean Streets, este documentário com sabor a home movie (no bom sentido do termo), assinala a tentativa de Scorsese, em mergulhar nas suas origens familiares, abordando por arrasto, as origens de toda a comunidade ítalo-americana. Essa abordagem é directa, bem humorada e muito, muito pessoal. Os seus pais, Catherine (lembram-se da mãe de Joe Pesci em Goodfellas?) e Charles Scorsese, são os anfitriões de um animado jantar, em que partilham com o seu filho (e connosco) receitas italiana e as mais variadas e mirabolantes histórias familiares, enquanto demonstram uma enorme capacidade para prender o ouvido do espectador. Aliás, há uma altura em que o pai de Scorsese justifica a sua enorme capacidade enquanto contador de histórias, com facto de em tempos passados, não existirem nem tv’s nem rádios para entreter, e essa tarefa era dada a uma pessoa da família, que narraria as histórias mais mirabolantes. Olhando para os dois senhores, percebe-se claramente que o seu talentoso filho teve a quem saír, em espírito e em talento como storyteller. Mais que um documentário, este é um trabalho de exposição e de amor filial extremamente honesto e sem filtros. Só é de lamentar que o virtuosismo cinematográfico de Scorsese, esteja completamente apagado, deixando-nos 50 minutos com histórias contadas. Mas mesmo assim, os intervenientes nunca são aborrecidos. E seja como fôr, não é todos os dias que assistimos, a uma exposição tão honesta, ao universo familiar de um dos maiores realizadores, da história do cinema.

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