segunda-feira, agosto 18, 2008

Mann, poeta da noite americana




2 comentários:

José Oliveira disse...

o que me deixa estupefacto é como cada filme...como que funciona como visão para outra coisa, mas tudo junto forma um organismo vivo. é incrivél como no Thief temos já aquela imagem icrivelmente granulada e aquela poesia da noite, aquela contemplação.

E já temos o casal tratado de modo tão sério e digno, também neste aspecto Mann é absolutamente singular.

Nada igual ou parecido, muito menos nestes anos 80.

Luís A. disse...

em thief ja temos o grão, o desespero e a angustia existencial de tudo o qu e veio a seguir....

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