
quinta-feira, setembro 02, 2010
Mistelas

terça-feira, agosto 03, 2010
quarta-feira, julho 28, 2010
A melhor cena de sempre de Tarantino...
sexta-feira, julho 23, 2010
"A mente de Tarantino" - 2007
quinta-feira, julho 22, 2010
segunda-feira, julho 19, 2010
segunda-feira, junho 28, 2010
The End - Parte 4
segunda-feira, junho 14, 2010
JCM - Entrevista - 3ª parte
JCM - Entrevista - 2ª parte
JCM - Entrevista - 1ª parte
quarta-feira, junho 02, 2010
Estreia amanhã em 20 salas!
segunda-feira, maio 17, 2010
Sabedoria
"Everybody know the poor always being fucked by the rich. Always have, always! will. "

Keith David e as palavras de Oliver Stone In platoon (1986)
sexta-feira, maio 07, 2010
quarta-feira, maio 05, 2010
The Thin Red Line (1998)
No cinema de guerra existe o pré The Thin Red Line e o após The Thin Red Line. E uma coisa é certa, nunca Hollywood fez um filme de guerra tão singular, idiossincrático e rico. Este é daquelas fitas que a cada visionamento melhora e melhora e melhora cada vez mais tal é a sua riqueza temática e cinematográfica. O responsável deste milagre é um senhor chamado Terrence Malick, o cineasta que em 20 anos de carreira assinou aqui o seu terceiro filme. E que filme! The Thin Red Line aborda os clássicos temas do género de guerra e segue um grupo de recrutas americanos que tentam tomar um monte ocupado pelo inimigo japonês na batalha de Guadalcanal. Esses soldados são interpretados por um elenco de estrelas como raramente se viu (e merecem especial destaque Nick Nolte, Elias Koteas e o estreante Jim Caviezel no pele do espiritual Witt). E se Mallick e o seu director de fotografia John Toll filmam as batalhas com um fulgor e visceralidade empolgantes, não é aí que reside o trunfo maior desta película.

O que Malick nos propõe é o mergulho nos pensamentos e na essência dos seus soldados, através das suas variadas vozes em off, transportando-nos ao seu mundo interior reflexivo, espiritual e emocional. Os seus personagens questionam o papel do homem na natureza, a essência violenta da guerra, a sua própria desumanização ou pura e simplesmente o sentido da vida. Teologia funde-se num cenário de morte, onde os vários planos da natureza e da vida selvagem de Guadalcanal sugerem o olhar de Deus perante a insanidade da sua criação…o Homem. Isto tudo acompanhado por uma montagem brilhante criando um ritmo hipnótico que prende o espectador desde o 1º segundo. Junte-se lhe o dom de Malick para a composição de imagens marcantes e a banda sonora sublime de Hans Zimmer (a sua melhor?), e temos um filme transcendental. Scorsese chamou-lhe o 2º melhor filme dos anos 90, para mim é o 1º melhor filme dos anos 90 e o melhor filme de guerra de sempre. Genial? Não é mais que isso. The Thin Red Line é celestial…

terça-feira, maio 04, 2010
Filme do caralho! (III)

sexta-feira, abril 30, 2010
1999 - O melhor ano de sempre do Cinema





quinta-feira, abril 29, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
Os 10 MAIS DA DÉCADA - Nº4

(2007)
de José Padilha





