
segunda-feira, março 01, 2010
terça-feira, fevereiro 02, 2010
sábado, janeiro 30, 2010
sexta-feira, janeiro 22, 2010
segunda-feira, janeiro 11, 2010
OS 10 MAIS DA DÉCADA - Nº 6

(2002)
de Fernando Meirelles
segunda-feira, janeiro 04, 2010
terça-feira, dezembro 22, 2009
OS 10 MAIS DA DÉCADA - Nº 7

(2005)
de Werner Herzog
segunda-feira, dezembro 21, 2009
OS 10 MAIS DA DÉCADA - Nº 8

(2001)
de Robert Zemeckis
sexta-feira, dezembro 18, 2009
OS 10 MAIS DA DÉCADA - Nº 9
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Globos de Ouro 2010 - Nomeados
Melhor Filme - Drama
Avatar
The Hurt Locker
Inglourious Basterds
Precious: Based On The Novel Push By Sapphire
Up In The Air
Melhor Realizador
Kathryn Bigelow – The Hurt Locker
James Cameron – Avatar
Clint Eastwood – Invictus
Jason Reitman – Up In The Air
Quentin Tarantino – Inglourious Basterds
Os restantes nomeados encontram-se aqui.
quarta-feira, dezembro 16, 2009
OS 10 MAIS DA DÉCADA - Nº 10
MILLION DOLLAR BABY
(2004)
de Clint Eastwood
Abordagem (muito) dramática de Clint Eastwood ao mundo do boxe. Para mim, é a par de Raging Bull, um dos filmes mais poderosos sobre aquele mundo e seus personagens. Mais uma prova do enorme poder de Eastwood enquanto realizador, que comprova aqui, a sua enorme sabedoria cinematográfica, com um “less is more” que aumenta o lado trágico e comovente da historia, sem nunca pisar os terrenos do melodrama. Swank, Freeman e Eastwood compõe um trio tão perfeito e equilibrado, que os seus personagens ficam e ferem na memória. Um filme essencial. E aquele final…
terça-feira, dezembro 15, 2009
5 motivos para amar a FC

segunda-feira, dezembro 14, 2009
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Estrelas de Cinema por Robert Mitchum

A. Somebody asked my wife once, what's your idea of your husband? And she answered: He's a masturbation image. Well, that's what we all are. Up there on the screen, our goddamn eyeball is six feet high, the poor bastards who buy tickets think you really amount to something.
segunda-feira, novembro 23, 2009
quinta-feira, novembro 19, 2009
domingo, novembro 15, 2009
Comandante (2003)
Fidel Castro e Oliver Stone só podia resultar em controvérsia. Nem é tanto o caso do contéudo, pois a abordagem de Stone apesar de muito informal é respeitosa para com o líder cubano. A controvérsia, deu-se quando este excelente retrato foi censurado nos Estados Unidos, terra das liberdades e das hipocrisias. A HBO sofreu pressões enormes, e acabou para relegar este documentário directamente para dvd, pois este não é um acto de denúncia a um ditador, mas sim o retrato de vida de um revolucionário, contado na 1ª pessoa. No decurso de 3 dias em Cuba, Stone e a sua pequena equipa de filmagem registaram os pensamentos de Fidel acerca da Revolução Cubana, da sua família e origens, de Che Guevarra, da ameaça e embargo americano, de cinema e das suas...mulheres. O filme tem momentos hilariantes (o jogging de Fidel no seu escritório ou a busca que Stone faz ao seu carro) e reveladores (a visão que Fidel tem da política conduzida por George Bush e a euforia com que o povo cubano o saúda sempre que o vê na rua). Filmado num registo guerrilha, com câmaras mini-dv, sustentado numa montagem não linear diabólica e com um protagonista polémico e fascinante, Oliver Stone tem em Comandante um dos pontos altos da sua carreira, assinando um importante documento histórico, sobre uma das grandes figuras do século XX.

Good Night, and Good Luck (2005)
Nomeado para 6 oscars no ano de 2006, este filme é mais um gesto corajoso e político na carreira do seu realizador, a estrela George Clooney(um pouco à imagem de Warren Beatty com o seu Reds). Apoiado por um elenco de luxo onde alem do brilhante David Straithairn, se destacam Robert Downey Jr, Jeff Daniels, Ray Wise e Frank Langella. A fotografia evocativa e a realização claustrofóbica criam um ambiente de pressão e tensão, onde a parada vai subindo, conforme a batalha entre a Edward Morrow e o senador McCarthy aumenta de intensidade. Mas apesar dos méritos e esforços dos talentos envolvidos, Good Night And Good Luck deixa um sabor a pouco. Além dos descabidos interlúdios musicais, que travam o ritmo da acção, o filme sofre de uma grave falha: falta-lhe uma conclusão dramaticamente eficaz (e o final ambíguo também não ajuda nesse ponto). Seja como fôr trata-se de uma película inteligente e corajosa a espaços, que pegando numa situação de há 50 anos atrás, faz uma reflexão pertinente acerca do poder e dever da imprensa na sociedade actual. Apesar disso muito distante do fulgor ou qualidade artística de um certo filme de seu nome, The Insider.













