E como brinde aqui vai uma das cenas mais belas do cinema de Cimino.
sexta-feira, março 07, 2008
Poesia Pictórica
E como brinde aqui vai uma das cenas mais belas do cinema de Cimino.
Anti-establishment
quarta-feira, março 05, 2008
terça-feira, março 04, 2008
No Country For Old Men (2007)
Claro que não vou revelar o desenlace dessa cena, mas ela surge sensivelmente a meio do filme, e fez-me esperar que grandes momentos viriam aí. Enganei-me em parte. Grandes momentos , apenas só ultimos nos 10 minutos de filme, com os Coen a mostrar todo o poder da elipse, de forma simplesmente genial. Até lá, sequência após sequência, os realizadores, acabam por se repetir em universos e situações já por si explorados com muito mais originalidade e mestria, como foi no caso do superior Fargo. Essa repetição de temas e situações parece-me a mim algo esquemática e prejudicou-me o visionamento do filme. O que nuns casos se pode chamar de marca do autôr, em No Country For Old Men, parece-me sinceramente, desinspiração, pois muitas das situações vividas pelos seus ricos personagens, não parecem fazer nem avançar a trama, nem revelar personagens, e como consequência tornam-se maçadores.
No Coutry For Old Men, não é o filme do ano. É sim um belíssimo filme negro, e uma tentativa dos seus excelentes autores regressarem à boa forma. Filme do ano, esse foi outro. Um tal de There Will Be blood…
sábado, fevereiro 23, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Filmes da Minha Vida - VII
"If you want me to keep my mouth shut, it's gonna cost you some dough. I figure a thousand bucks is reasonable, so I want two. "
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Alien (1979)
Esse sucesso, deve-se principalmente ao apurado sentido visual de Ridley Scott, que dá uma verdadeira lição em construção de ambiente, para criação de tensão. A sua direcção é sempre precisa e graciosa, alternando essa tensão em crescendo, com momentos-choque (a 1ª aparição do alien na mesa de refeições, e a revelação do androide, são momentos marcantes). Nunca até então se tinha visto algo tão pessimista e desesperante na ficção-científica. Pena é que o guião de Dan O’ Bannon, não acompanhe o requinte de Scott, e por vezes caia por vezes em lugares comnuns da série B (afinal de contas Alien é um Monster Movie).
Um clássico que tem envelhecido bem. A revêr.
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Red Carpet - A passadeira do Cinema
domingo, fevereiro 17, 2008
The Kingdom (2007)
Um grupo do FBI liderado por um oscarizado Jamie Foxx, chega a Riade com o objectivo de descobrir e capturar os autores de um sangrento atentado que custou a vida de centenas de civis americanos e assim como sauditas. Pelo caminho o grupo americano é acompanhado por um coronel da polícia local (Ashraf Barhom), que os ajudará a encontrar a célula terrorista.
É com esta premissa algo simplista, que o actor tornado realizador Peter Berg, assina esta produção do brilhante Michael Mann. Para que conste, Mann esteve numa fase inicial para realizar este projecto, decidindo mais tarde realizar Miami Vice e entregar os comandos do filme a Peter Berg. Berg tem um estilo “televisivo” de câmara ao ombro que sinceramente não parece funcionar em The Kingdom. O realizador revela uma certa inaptidão para filmar as cenas dramáticas. Isso deve-se ao seu estilo aleatório e sem critério, onde a escala de planos é feita ao calhas e de forma muito atrapalhada. A juntar a esse problema, temos uma montagem igualmente em piloto automático. The Kingdom consegue ter mais cortes por segundo que qualquer filme do trolha Michael Bay. A edição às três pancadas cria um efeito de confusão quando aqui se pretendia dinamismo e tensão.
Mas the Kingdom é um mau filme? Não, não é. E isso deve-se ao excelente último terço de filme. Aí sim, a montagem e o estilo televisivo tão intromissores até aí, revelam-se surpreendentemente adequados, pois o filme entra em alta velocidade a partir daí. Um óbvio destaque à sequência na auto-estrada, em que o realismo, acção e espectacularidade são sinceramente de cortar a respiração. Pena foi Berg, não se ter apercebido que apesar de um filme ter um estilo, isso não implica filmar uma conversa da mesma forma que filma um tiroteio. É a velha questão da forma e do contéudo.
No capítulo dos actores, estes não comprometem, mas também não deslumbram. Isso é mais notório nos casos de Jennifer Garner e Chris Cooper, que defendem como podem as suas personagens subdesenvolvidas. Jamie Foox e Ashraf Barhom (os protagonistas), destacam-se pela química que conseguem atingir, e pela credibilidade das suas actuações.
Em suma, The Kingdom é um filme desequilibrado e prejudicado por uma primeira metade servida por uma realização e edição trapalhonas. Salvando-se na segunda parte em que essa realização acerta o seu rumo e nos presenteia com algumas das mais fulgurantes sequências de acção dos últimos anos. Sinceramente fiquei com a sensação de se ter perdido a oportunidade de se fazer um grande filme.
Uma nota ainda para o brilhante final, que sintetiza na perfeição, toda a ambiguidade moral que está inerente à natureza de qualquer guerra.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Não Haverá Sangue na Margem Sul
A violência no cinema
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Recordando Roy Scheider
Bye Bye Roy
Mas que raio é que se está a passar neste ínicio de ano? Agora foi um dos actores favoritos da minha adolescência. Roy Scheider faleceu ontem vítima de doença prolongada O corajoso chefe Brody de Jaws, o estoico Frank Murphy de Blue Thunder, ou o genial e auto-destrutivo Joe Gidion de All That Jazz. So long Roy...
domingo, fevereiro 10, 2008
In The Valley of Ellah (2007)
Esta película pertinente e actual, marca o regresso de Paul Haggis à realização, após os oscars e o sucesso de Crash. Tommy Lee Jones num registo dorido e em subtil underacting, tem um forte papel no personagem do ex-militar que procura descobrir o que aconteceu ao seu filho recem chegado do Iraque. Durante a sua investigação, irá ser auxiliado por uma civil, interpretada por Charlize Theron. Os dois irão descobrir uma verdade inesperada e assustadora que irá pôr em causa todas as suas convicções.
A inicio, In The Valley of Elah, parece situar-se em terrenos semelhantes ao magnífico Missing (o execelente thriller político assinado em 82 por Costa-Gavras). Más após a primeira parte, já sabemos o que aconteceu ao militar desaparecido. A questão torna-se descobrir o que causou aquela tragédia. E é nesse processo de descoberta, que se encontra a riqueza deste filme. Se de início, há insinuações de um possível “cover-up” por parte dos militares, o inteligentíssimo guião de Paul Haggis, acaba por renegar esse lugar-comum e começa a trocar as voltas ao espectador, habituado aos clichés típicos neste género de filme. Haggis encontra-se muito mais interessado numa humanização (ou desumanização) dos seus personagens. O mistério que realmente lhe interessa, é descobrir o porquê das consequências que as guerras têm nos seus intervenientes. Esse é o verdadeiro mistério, deste filme algo surpreendente.
A fotografia de Roger Deakins (este ano com duas nomeações) valoriza bastante o trabalho de Haggis, com composições originais e eficazes, que reforçam o tom de justeza da narrativa. Haggis dirige com mão segura os belíssimos actores ao seu dispor. A haver reticicencias nesse capítulo, elas cairiam no papel algo superficial de Charlize Theron, que peca por ser um pouco sub-desenvolvido. Mas no geral não é nada que prejudique esta inteligente longa-metragem com tons anti-belicistas, que acaba por levantar mais perguntas, que respostas.
Em suma In The Valley of Elah vem comprovar o talento imenso de dois senhores: o primeiro de seu nome Paul Haggis como um dos mais talentosos e originais guionistas de Hollywood. O segundo de seu nome Tommy Lee Jones, comprova o porquê de sêr simplesmente um dos maiores actores da actualidade.
Wall Street (1987)
Em 1987, Oliver Stone, carregado com o prestígio alcançado com o sucesso e os Oscars de Platoon, passou das selvas do Vietname, para as selvas urbanas da alta finança de Wall Street. Nas palavras do realizador, essa foi a continuação natural de um antigo guião seu, o já mítico Scarface. Se nesse clássico o sub-texto da narrativa era impulsionado pelo consumismo implacável e desenfreado do início dos anos 80, em Wall Street a crítica torna-se mais acutilante e de certa forma realista. Aqui os gangsters dão lugar aos iupies da alta finança, sedentos de poder financeiro e desprovidos de valores éticos e morais. Essa filosofia é sintetizada de forma brilhante no célebre discurso proferido pelo personagem de Michael Douglas: “greed is good”.
No casting, Stone é brilhante como sempre. Resgatando de novo o seu alter ego da altura, o “desaparecido” Charlie Sheen, como o idealista Bud Fox, que lentamente se deixa corromper pelo maquiavélico Gordon Gekko. Gekko é interpretado por Douglas, com um sentido de timing e uma aura implacável que tornam este personagem um dos grandes vilões do cinema. Douglas ganharia um merecido Oscar com o seu papel. Outra jogada de casting brilhante, é a escolha do sempre seguro Martin Sheen, para o papel do íntegro pai de Fox, nem mais nem menos que o seu pai na vida real.
Em suma, um dos grandes filmes dos anos 80, e um belo conto moral, que funciona a vários níveis, criticando fortemente o espírito que reinava na altura: “Money never sleeps pal!”
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
O 1º post do Blog de Hank Moody
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Manoel de Oliveira: O Documentário e a Arte em geral
Apesar de não ser fã dos seus ultimos filmes, é admirável a sabedoria das suas palavras e a sua lucidez nesta excelente entrevista.
Californication - 1ª season
“You can't snort a line of coke off a woman’s ass and not wonder about her hopes and dreams, it's not gentlemanly.”
Hank Moody
Hank Moody é um escritor em plena crise: com "writers block" (que nas suas palavras é algo que não dá muito jeito) , alcoólico, sarcástico e viciado em sexo. A sua vida gira em torno de encontros sexuais, com mulheres fáceis e perturbadas que encontra em bares, stands de automóveis ou livrarias. Mas apesar desse lado depravado, há algo muito mais profundo em Hank, que funciona como catalizador para este comportamento: as suas recorrentes tentativas de regresso para a sua ex-mulher que o abandonou e está prestes a casar com outro homem. A filha adolescente de Hank funciona como único pólo de equilíbrio, na sua depravada existência.
Está achada uma das melhores séries de 2007. Com um humor políticamente incorrecto e recheada de sexo, alcoól e palavrões, esta série mesmo assim contem uma inesperada e tocante profundidade. David Duchovny no papel da sua vida (que lhe valeu um Globo de Ouro) está surpreendente na sua composição de escritor frustrado e desiludido com o rumo que a sua vida levou. Quem o viu como Mulder nos X-Files, terá uma valente surpresa com a sua magoada composição de Hank Moody.
Poderá ser considerada uma série nilista e excessiva, mas o tom hilariante e por vezes trágico, dão-lhe um intenso sabor a verdade. Isso e a ausência de tabus ou clichés, fazem de Californication uma das melhores e mais arrojadas séries do ano! Um must.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
terça-feira, janeiro 22, 2008
Choque!
R.I.P
Aproveito, e em jeito de homenagem, deixo aqui um dos finais mais tristes da história do cinema. O olhar sofrido deste grande actor, transmite toda a dôr e desgosto do seu personagem, de forma, sublime. So long Heath...
segunda-feira, janeiro 21, 2008
5 injustiças
Psycho (1960)
Rear Window (1954)
Spellbound (1945)
Lifeboat (1944)
Rebecca (1940)
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Rope (1948)
O brilhantismo deste filme, pouco referido na obra do mestre do suspense (o seu 1º a cores), é algo que deve ser destacado de imediato. Filmado como se fosse um enorme plano sequência, só não o é devído às limitações técnicas da altura (as bobines só levavam 10 minutos de fita), mas que Hitchcock, consegue camuflar escondendo os cortes no escuro das costas dos personagens em momentos chave. Além desse desafio temporal, há o desafio espacial uma vez que todo o filme decorre num único local, um apartamento. Mais tarde outros filmes do mestre partilhariam esta característica, Dial M For Murder e a obra-prima Rear Window.
A encenação e virtuosismo visual, que com movimentos de câmara precisos e enquadramentos únicos, consegue criar um enorme clima de suspense ( a cena da criada a arrumar a mesa), assim como escapar à limitação do espaço, criando cinema e não teatro filmado. O que é admirável na forma como Hitch filma, é a sua capacidade para virar o jogo, tornando o espectador cumplíce do que se está a passar em todos os momentos, ficando os personagens muitas vezes para trás. Nesse capítulo, o realizador dava cartas como nínguem.
Além do virtuosismo técnico, há o tom deliciosamente cómico e macabro que caracteriza os melhores filmes do mestre. A forma como os dois assassinos jogam com a situação que criaram e a maneira como Hitch filma essa situação, faz com que personagens e realizador, partilhem do mesmo gozo de estar um passo à frente do jogo. As interpretações são todas sólidas, destando-se um seguro James Stewart (a sua 1ª de muitas colaborações com Hitch) , que no final leva uma grande lição de vida (ou será de morte?) e um maquiavélico John Dahll, sempre com tiradas de um humor negro inspiradíssimo. De salientar também a magnífica galeria de personagens secundários, que acabam por humanizar e contextualizar o personagem que se encontra morto na arca
Em suma, Rope é um filme pura e simplesmente brilhante! Sendo provavelmente aquele mais experimental e formalmente ousado, na obra desse grande génio, a quem tantos cineastas devem (e cinéfilos já agora), de seu nome Alfred Hitchcock.
quinta-feira, janeiro 17, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Vencedores dos Golden Globes
BEST MOTION PICTURE – DRAMA
ATONEMENT
Working Title Films Limited; Focus Features
BEST PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A MOTION PICTURE – DRAMA
JULIE CHRISTIE
Away From Her
BEST PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A MOTION PICTURE – DRAMA
DANIEL DAY-LEWIS
There Will Be Blood
BEST MOTION PICTURE – COMEDY OR MUSICAL
SWEENEY TODD: THE DEMON BARBER OF FLEET STREET
BEST PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A MOTION PICTURE – COMEDY OR MUSICAL
MARION COTILLARD
La Vie En Rose
BEST PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A MOTION PICTURE – COMEDY OR MUSICAL
JOHNNY DEPP
Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street
BEST ANIMATED FEATURE FILM
RATATOUILLE
BEST FOREIGN LANGUAGE FILM
THE DIVING BELL AND THE BUTTERFLY – FRANCE AND USA
BEST PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A SUPPORTING ROLE IN A MOTION PICTURE CATE BLANCHETT
I’m Not There
BEST PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A SUPPORTING ROLE IN A MOTION PICTURE
JAVIER BARDEM
No Country for Old Men
BEST DIRECTOR – MOTION PICTURE
JULIAN SCHNABEL
The Diving Bell and the Butterfly
BEST SCREENPLAY – MOTION PICTURE
ETHAN COEN & JOEL COEN
No Country for Old Men
BEST ORIGINAL SCORE – MOTION PICTURE
DARIO MARIANELLI
Atonement
BEST ORIGINAL SONG – MOTION PICTURE
“GUARANTEED” — INTO THE WILD
Music & Lyrics by: Eddie Vedder
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Clint + Kevin = Um filme perfeito
terça-feira, janeiro 08, 2008
Juventude continua a marchar!
O filme foi distinguido pela crítica norte-americana nas categorias de:
Melhor Filme
Melhor Realizador
Melhor Actriz Secundária (Vanda Duarte)
Melhor Fotografia.
Mais um merecido reconhecimento para o grande Pedro Costa! Uma prova que ainda há esperança para o cinema em Portugal...
segunda-feira, janeiro 07, 2008
O estado do nosso Cinema
Um Presidente, interpretado por Nicolau Breyner, deixa-se caír nas malhas da corrupção. Um inspector da Judiciária e uma prostituta de luxo, unem esforços para arranjar as provas que incriminem o corrupto Presidente...
Sinopse de Call Girl
Um Presidente, interpretado por Nicolau Breyner, deixa-se caír nas malhas da corrupção. Um inspector da Judiciária e uma prostituta de luxo, unem esforços para arranjar as provas que incriminem o corrupto Presidente...
domingo, janeiro 06, 2008
Filmes da Minha Vida - VI
quinta-feira, janeiro 03, 2008
quarta-feira, dezembro 26, 2007
CineBalanço 2007
Palombella Rossa (1989) Nanni Moretti
Sátira inspirada e delirante, com o surreal de moretti a vir ao de cima, num jogo de polo intervalado por lunáticos políticos, canções de Bruce Springsteen e o Doutor Zhivago. Brilhante!
Grizzly Man (2006) Werner Herzog
Documentário sui generis, (re)construído a partir dos vídeos de um personagem-limite como só Herzog consegue mostrar. Arrepiante e comovente ao mesmo tempo.
Elephant (2003) Gus Van Sant
A justeza e o distanciamento da câmara de Van Sant, fazem deste, um dos filmes essenciais do cinema moderno. Manipulação do tempo, espaço e pontos de vista, executados de forma magistral.
Tarde Demais (2000) José Nascimento
Lisboetas (2005) Sergio Trefaut
Documentário com uma abordagem única a um tema actual e pertinente. Nunca recorrendo a sentimentalismos fáceis, tem um dos grandes finais a que já pude assistir num filme.
Death Proof (2007) Quentin Tarantino
Regresso do génio louco ao território da série B. Tarantino divertiu-nos (e divertiu-se) na desconstrução de todos os clichés do género, numa abordagem cartoonesca completamente delirante.
Children of Men (2006) Alfonso Cuaron
La Messa é Finita (1985) Nanni Moretti
Bianca (1983) Nanni Moretti
American Psycho (2000) Marry Harron
Destaque também para as grandes desilusões que foram:
O Caimão (2007) Nanni Moretti
Comédia dramática excessivamente politizada, que parece ter sido realizada por um qualquer realizador mediano. O filme mais anémico da carreira de Moretti.
The Fountain (2007) Daren Aranofsky
Uma grande confusão de temas aliada a pretensões metafísicas que sinceramente não me convenceram. Safa-se um Hugh Jackman fenomenal, mas após o brilhante Requiem for a Dream, sabe a muito pouco.
World Trade Center (2006) Oliver Stone
Um filme conformista, patriótico (no mau sentido) e aborrecido. Podia ter sido realizado por um tarefeiro de telefilmes, que o resultado seria o mesmo. Para mim a desilusão do ano.