
terça-feira, agosto 21, 2007
segunda-feira, agosto 20, 2007
Lord of War (2006)

Antes demais, este Lord Of War, é um dos filmes mais arrojados e provocadores do ano de 2006. Seja a nível narrativo, visual ou temático. Numa altura em que os filmes, sentimentais, cerebrais ou simplesmente banais, inundam as salas dos cinemas desses multiplexes e videoclubes de todo mundo, sabe bem ser surpreendido por mais uma belíssima realização de Andrew Nicoll (autor entre outros do guião de The Truman Show e da realização do muito substimado Simone), que foge desses adjectivos como do Diabo da Cruz.
O tom de comédia que percorre este filme muito negro é perfeitamente adequado, pois foge de todos os clichés de fitas do género (especialmente na composição ambígua e perturbadora de Nicholas Cage), como também consegue fazer passar a sua forte mensagem de forma mais eficaz, sem nunca caír num registo demagógico.

Sem dúvida alguma, o humor é o elemento crucial nesta história muito séria e inspirada em factos verídicos, percorrendo um período de 20 anos da história recente. Começando nos EUA, o país vendedor de armas por excelência e líder de vendas a nível mundial, passando pela Ex-União Soviética e acabando nesse continente tão esquecido e flagelado chamado África. O herói(?) é Iuri Orlov, e assistimos à sua ascenção ao topo do mundo dos traficantes de armas, que forncem o armamento indispensável para os genocídios generalizados que infelizmente ainda são muito actuais no século XXI.
A forte e inspirada escrita de Andrew Nicholl é bem sustentada por uma forte carga visual, que demonstra uma apuradíssima sintonia entre imagem e texto. Destaco um momento particularmente bem conseguido a nível cinemático: o momento em que um fundamentalista islâmico dispara tiros de uma uzi. Nesse momento nós ouvimos o som de uma caixa registadora em vez do barulho das balas. Nada mais que um ponto de vista extremamente subjectivo do personagem principal. Um dos vários momentos brilhantes.
Lord Of War, é implacável no retrato que faz do personagem de Nicholas Cage (o senhor da guerra do título). O seu personagem é o pólo magnetizador da história, ele é simpático, charmoso, mas também completamente desprovido de escrúpulos, muitíssimo ambicioso e no fim, imoral e repugnante. O seu personagem acredita que o produto que disponibiliza aos seus “clientes” (armas e munições de todo o tipo) é menos prejudicial que o alcóol ou o tabaco, crença que será testada a meio do filme e que um final extremamente negro e amargo revelará como falsa e oca.
Os pontos mais fracos, serão os restantes personagens que pecam por serem demasido esquematizados, mas nada que perturbe a excelente prestação de Cage, assim como da magnífica realização de Andrew Nicoll, que tem neste Lord Of War o seu melhor filme até à data.
quinta-feira, agosto 02, 2007
quarta-feira, agosto 01, 2007
E os vencedores da votação Emmys 2007 são ...
COMÉDIA:
The Office

1º - The Office - 12 Votos(63%)
2º - Entourage - 3 Votos(15%)
2º - Ugly Betty - 3 Votos (15%)
3º - 30 Rock - 1 Voto (5%)
4º - Two and a Half Men - 0 Voto (0%)
DRAMA:
The Sopranos

1º - The Sopranos - 11 Votos (45%)
2º - Dr. House - 7 Votos (29%)
3º - Grey's Anatomy - 3 Votos (12%)
4º - Heroes - 2 Votos (8%)
5º - Boston Legal - 1 Voto (4%)
segunda-feira, julho 30, 2007
R.I.P. Ingmar Bergman / Michelangelo Antonioni
quinta-feira, julho 26, 2007
Dualidades ...
terça-feira, julho 24, 2007
Momento da Semana

"remember my mother when she was dyin', looked all shrunk up and gray. I asked her if she was afraid. She just shook her head. I was afraid to touch the death I seen in her. I couldn't find nothin' beautiful or uplifting about her goin' back to God. I heard of people talk about immortality, but I ain't seen it. I wondered how it'd be like when I died, what it'd be like to know this breath now was the last one you was ever gonna draw. I just hope I can meet it the same way she did, with the same... calm. 'Cause that's where it's hidden - the immortality I hadn't seen. "
sexta-feira, julho 20, 2007
Emmys 2007 - Vamos a votos!
Num momento em que foram anunciados os nomeados dos Emmys 2007, é com grande satisfação que vejo os Sopranos á frente na lista das séries mais nomeadas. Na coluna direita, estão abertas duas votações: uma na categoria Comédia e outra em Drama. Votem nos vossos favoritos!Sendo assim:
Está Aberta a Votação!
quinta-feira, julho 19, 2007
Ruptura Explosiva (1991)
Datado de 1991 e com assinatura de Kathryn Bigellow, posso desde já dizer que para mim, Ruptura explosiva é um dos melhores filmes de acção dos anos 90.
A premissa é muito simples, Johnny Hutah (Keanu reeves) é um agente do FBI que tem como missão apanhar um grupo de assaltantes conhecidos como os ex-presidentes. O problema é que os ex-presidentes são na realidade surfistas e Johnny após infiltrar-se no seu fechado grupo, irá ter de escolher entre a lei ou um estilo de vida que na realidade é o seu.
A catchline do filme é 100% adrenalina. Acreditem que é isso mesmo que Ruptura Explosiva dá ao espectador. Desde as belíssima cenas de surf, passando por uma perseguição verdadeiramente alucinante, uma cena de tiroteio explosiva (com a banda Red Hot Chilli Peper como traficantes de droga) ou uma impressionante sequência em queda livre, todo o filme tem um espírito radical e chega mesmo por vezes a desafiar as convenções do género em que se insere. Isso deve-se especialmente ao poderoso trabalho da realizadora Kathryn Bigellow (Near Dark, Estranhos Prazeres), que se revela o ás de trunfo desta produção, com uma encenação e movimentos de câmara virtuosos (como viria a ser a sua marca) uma forte direcção de actores e um sentido narrativo irrepreensível. Bigellow prova que há grandes realizadoras em Hollywood.
Uma palavra para os actores, que no geral vão todos muito bem, especialmente Patrick Swayze no papel do carismático e espiritual Bohdi. Keanu Reeves, não compromete e até tem os seus momentos, mas que infelizmente não são muitos. Isso nota-se ainda mais quando um senhor chamado Gary Busey (era o senhor Joshua no 1º Lethal Weapon, lembram-se? ) entra em cena e acaba por roubar o show a Keanu. A presença de Busey acaba por funcionar como um piscar de olhos a outro filme de surf, chamado The Big Wednesday e realizado pelo “desaparecido” John Millius.
Em suma Ruptura Explosiva é o Summer Movie perfeito de qualquer Verão (ou Inverno já agora), em que há uma clara aposta na acção, nos personagens e num certo tom lírico que perfuma o filme. Uma excelente alternativa para desenjoar dos robots que andam aí na moda.
quarta-feira, julho 18, 2007
A motivação do actor segundo mestre Hitch
Happy Birthday ...
... senhor Paul Verhoeven.Um cineasta único!
terça-feira, julho 17, 2007
Justiceiros Solitários
Ora aqui vai um top 5, dos policias justiceiros mais implacáveis da história do cinema. Obcecados, vingativos, duros e cruéis, ultrapassam muitas vezes o limite da lei e conseguem ser tão impiedosos como os criminosos que perseguem.
Nº 1 - Stanley White (Mickey Rourke)
Filme: Year of the Dragon (1985)
R: Michael Cimino
"I hate the way you make your living sticking microphones in people's faces. You lie every night at 6:00. I hate the way you kill real feelings. I hate everything that you stand for. Most of all, I hate rich kids and I hate this place. So why do I want to fuck you so bad?"
Nº2 - "Dirty" Harry Callahan (Clint Eastwood)
Filme: Dirty Harry (1971)
R: Don Siegel
" But being as this is a .44 Magnum, the most powerful handgun in the world, and would blow your head clean off, you've got to ask yourself a question: Do I feel lucky? Well, do ya, punk? "
Nº3 - Max Rockatansky (Mel Gibson)
Filme: Mad Max (1979)
R: George Miller
"Look, any longer out on that road and I'm one of them, a terminal psychotic, except that I've got this bronze badge that says that I'm one of the good guys. "
Nº4 - Popeye Doyle (Gene Hackman)
Filme: The French Connection (1971)
R: William Friedkin
"The son of a bitch is here. I saw him. I'm gonna get him"
Nº5 - Richard Chance (William L. Petersen)
Filme: To Live and Die in LA (1985)
R: William Friedkin
" Guess what? Uncle Sam don't give a shit about your expenses. You want bread, fuck a baker. "
sexta-feira, julho 13, 2007
O final dos Sopranos
Este final de uma das melhores séries de sempre da televisão mundial, foi motivo de muito debate e alguma polémica nos EUA.
Deixo-vos aqui o clip para vocês próprios tirarem as vossas conclusões. Para mim o Tony foi desta para melhor.
Um grande destaque para a música que acompanha esta cena: Dont Stop Believing dos Jorney.
The Sopranos Ending
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segunda-feira, julho 02, 2007
Easy Riders, Raging Bulls.
quinta-feira, junho 28, 2007
João César Monteiro ...Único!
Excerto da mítica entrevista de João César Monteiro, acerca da polémica em redor do seu filme-negro Branca de Neve:quarta-feira, junho 27, 2007
Blade Runner - Special Edition
A Warner Bros. anunciou que irá lançar este ano a edição especial do melhor filme de FC de sempre! Edição essa que irá estar recheada de extras imperdíveis.
Eu por mim estou oficialmente em pulgas pelo seu lançamento!
Boogie Nights - O dvd desaparecido
segunda-feira, junho 25, 2007
citação idiota da semana

- A mim pagaram-me 15 milhões + percentagem, para entrar nesta m&%#@. E a ti?
domingo, junho 24, 2007
A Idade da Inocência (1993)
À terceira foi de vez. Finalmente atingiu-me em cheio esta obra maior de Martin Scorsese. Estreado em 1993, em pleno apogeu de Scorsese (Goodfellas e Cape Fear sairam quase em simultâneo), A Idade da Inocência é à primeira vista uma mudança de registo radical da obra do seu realizador. Foi exactamente essa mudança que me afastou deste filme, até agora. Porquê, essa mudança é apenas aparente, os temas estão todos lá, a culpa, a paixão, os códigos da sociedade, a atenção obcessiva a todos os rituais, e mais que esses elementos todos, a mágoa romantica dilacerante de um amor perdido que em alguns filmes de Scorsese funciona como subtexto (New York New York, Raging Bull, Life Lessons, Casino).
Mais que um filme sobre uma sociedade nova iorquina do sec XIX, parece-me óbvio que este é um dos filmes mais pessoais da carreira de Scorsese. Técnicamente é como qualquer Scorsese, irresistível e irrepreensivel. Os Push Ins, os Travellings, os blends. São a marca de um autor em máxima força e abordando cada cena com toda a sua paixão e arte.
Recheado de momentos inesquéciveis, A Idade de Inocência, mostra-nos um outro Scorsese, mais melancólico, ponderado, diria mesmo maduro, onde a violência, provem mais das aparências e das regras de uma sociedade implacavelmente conservadora, que destroi os sonhos daqueles que se procuram libertar-se dos seus códigos opressores.
Para finalizar é de destacar um final de partir o coração, em que conseguimos vislumbrar claramente a alma (ou o coração) do seu realizador.
Magnífico!
sábado, junho 23, 2007
Diamante de Sangue (2006)
De Edward Zwick, espero sempre algo de bom. O seu Glory (1989) , é um dos filmes da minha vida. No caso de Blood Diamond, as minhas expectativas não sairam frustradas (como tinha acontecido com o muito académico Last Samurai).
Tal como em Glory, Zwick retrata de forma intensa e realista a loucura e a barbárie da guerra e assina um filme denuncia poderoso e por vezes comovente. Apesar de uma história algo convencional (o bandido oportunista que descobre ter um bom coração e o pai integro que faz tudo para reunir a sua família), o filme aguenta muito bem as suas duas horas de duração. E isso acontece devido à força da denuncia do seu tema, às fortíssimas interpretações de DiCaprio e de Huston, assim como a sublime fotografia do "nosso" Eduardo Serra.
Blood Diamond, não estáo ao nível de Glory, mas é muito superior a Last Samurai, e tem a virtude de denunciar ao mundo, uma situação desumana e trágica, que infelizmente já nem tem espaço nos telejornais.
sexta-feira, junho 22, 2007
Top 100 AFI - 2ª parte

1. Citizen Kane (1941)
2. The Godfather (1972)
3. Casablanca (1942)
4. Raging Bull (1980)
5. Singing in the Rain (1952)
6. Gone with the Wind (1939)
7. Lawrence of Arabia (1962)
8. Schindler’s List (1993)
9. Vertigo (1958)
10. Wizard of Oz (1939)
11. City Lights (1931)
12. The Searchers (1956)
13. Star Wars (1977)
14. Psycho (1960)
15. 2001: A Space Odyssey (1968)
16. Sunset Blvd (1950)
17. The Graduate (1967)
18. The General (1927)
19. On the Waterfront (1954)
20. It’s A Wonderful Life (1946)
21. Chinatown (1974)
22. Some Like it Hot (1959)
23. The Grapes of Wrath (1940)
24. E.T. The Extra-Terrestrial (1982)
25. To Kill a Mockingbird (1962)
26. Mr. Smith Goes to Washington (1939)
27. High Noon (1952)
28. All About Eve (1950)
29. Double Indemnity (1944)
30. Apocalypse Now (1979)
31. The Maltese Falcon (1941)
32. The Godfather, Part II (1974)
33. One Flew Over the Cuckoo’s Next (1975)
34. Snow White and the Seven Dwarves (1937)
35. Annie Hall (1977)
36. The Bridge on the River Kwai (1941)
37. The Best Years of Our Lives (1946)
38. The Treasure of the Sierra Madre (1948)
39. Dr. Strangelove (1964)
40. The Sound of Music (1965)
41. King Kong (1933)
42. Bonnie and Clyde (1967)
43. Midnight Cowboy (1969)
44. The Philadelphia Story (1940)
45. Shane (1953)
46. It Happened One Night (1934)
47. A Streetcar Named Desire (1951)
48. Rear Window (1954)
49. Intolerance (1916)
50. The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring (2001)
Top 100 AFI - 1ª parte

terça-feira, junho 19, 2007
Roger Corman em Portugal
Um dos mais importantes produtores/realizadores norte-americanos, estará em Portugal a convite da Cinemateca, para a inauguração do ciclo de cinema em sua honra. De destacar que Corman, foi o responsável pelo aparecimento de jovens cineastas como: Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Peter Bogdonovich, John Milius, Joe Dante, Jonathan Demme...e isto só para citar alguns.domingo, junho 17, 2007
a good screenplay
Numa altura que ando a relêr o excelente Oliver Stone Interviews, da já obrigatória série Conversations with Filmmakers, deixo aqui uma citação neste domingo dedicado ao trabalho de escrita."I don´t think a good director can make a good film with a bad screenplay, but a bad director can deliver an acceptable film if he has a good screenplay."
Oliver Stone
terça-feira, junho 12, 2007
Orfeu (2005)
Realização: Luís Alves e Armanda Claro
Elenco: Ivo Canelas, Albano Jerónimo e Neuza
Duração: 5 min
Orfeu
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segunda-feira, junho 11, 2007
sexta-feira, junho 08, 2007
TOP 5 Cop Shows
E já agora uma proposta: que tal colocarem aqui o vosso TOP 5 pessoal?
Um Abraço para todos os que visitam este espaço.
Nº 1
MIAMI VICE – Série de Michael Mann.

A minha favorita de todos os tempos. O estilo, a música, as histórias, os personagens, a montagem. Tudo se conjuga de forma sublime, numa das mais revolucionárias séries de tv de sempre, responsável por subverter muitas convenções das séries policiais da altura. Apesar de criticada por ter muito estilo e pouco conteúdo, basta ver-mos meia –duzia de episódios, para nos aperceber-mos da falsidade dessa acusação. Miami Vice tem um estilo MTV é verdade, mas nunca abdica do seu conteúdo em favor desse estilo. Muitos são os episódios em que um magnífico Crockett (inesquecível Don Johnson), acaba devastado em freeze frame, após um final negríssimo. A luz de Miami é perfeitamente balançada com o negrume do certos episódios. Destaque para o poderio cinemático desta obra-prima, em que muitos episódios são autênticos filmes por si só. Genial e inesquécivel.
(em breve um artigo mais aprofundado dedicado a esta série)
Nº2
HILL STREET BLUES – Série de David Bocho.
O inesquecível Capitão Furillo e seus companheiros, deram-nos esta verdadeira jóia que ficou no coração de todos quantos assistiam religiosamente às suas aventurase desventuras. Antecedeu a balada de Nova Iorque, com um realismo das ruas, assim como excelentes personagens escritas por David Bocho e magnificamente interpretadas por todo o elenco. O marco da policial , puro e duro por excelência.Nº3
CRIME STORY – Série de Michael Mann.
Em pleno apogeu do sucesso de Miami Vice, Michael Mann, produziu esta abordagem policial em tom épico, da luta incessante do obcecado Tenente Torelli ( magnífico Dennis Farina ) contra o impiedosos Ray Luca. A particularidade desta série, é que por vezes os polícias são tão implacáveis quantos os criminosos, diluindo assim as fronteiras entre os dois (a grande marca do cinema de Mann). Magnífica reconstituição de época e fantástica banda-sonora com óbvio destaque para o tema de abertura, Runaway de Del Shannon.Nº4
NTPD BLUE - série de David Bocho
Levando ainda mais longe o conceito apresentado em Hill Street Blues, David Bocho produziu e escreveu esta série avassaladora. Deniz Franz, David Caruso e posteriormente Jimmy Smiths, têm excelentes desempenhos numa série que marcou novas fronteiras na violencia em TV , e que foi a grande percursora tanto do realismo televisivo que agora está tão em voga, como estilisticamente é a grande responsável dos estilo "guerrilha" de câmara ao ombro que agora é tão utilizado em grande parte das séries de hoje.Nº5
X- Files – Série de Chris Cárter.
Ok, não é 100% policial, mas a sua narrativa consistia numa investigações que cruzavam o policial com a FC. Magníficos episódios, superiormente escritos e com um mistérios constante bem suportado pela excelente dupla de protagonistas David Duchovny e Gillian Anderson. Alguns episódios são assustadoramente inesquecíveis. A versão cinematográfica também não é nada de deitar fora.
Robert De Niro em Portugal
Convidado de Honra do Lisbon Village Festival, Robert De Niro inaugurou hoje, no palácio das Galveias, a exposição de pintura dedicada à obra de do seu pai Robert De Niro Sr.
terça-feira, junho 05, 2007
segunda-feira, junho 04, 2007
Eu Carolina - The Movie
Tem estreia prevista para o fim do ano. Até lá fiquem com a apresentação dos actores principais, que quanto a mim, estão muito bem escolhidos.
















